Ah como já almejei
esse adjetivo!
Não queria ser comum,
ser igual era meio
ultrapassado,
queria era ser raro,
precursor,
quase exclusivo,
aquele ser
que poucas vezes
se encontra,
se vê,
uma beleza,
inteligência
ou simpatia,
acompanhadas
do adjetivo raro.
Mas essa busca egocentrista
que permeou meu existir,
se instalou,
definitivamente,
por aqui.
O adjetivo raro;
que ocorre de forma
infrequente, “doença rara”.
Aprendendo conviver
com essa pancada,
pois esse é o tipo de raridade,
que não é por nós,
digerido com naturalidade.

Marcelo F Carmo

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